Aprovado projeto de Lei dos vereadores Danielzinho e Nicodemo que proíbe uso de Narguilé em locais públicos por menores de 18

Caso seja sancionado pelo prefeito a lei passará a vigorar imediatamente

Por Harlis Barbosa 03/04/2020 - 19:20 hs
Foto: Imagens extraídas da internet
Aprovado projeto de Lei dos vereadores Danielzinho e Nicodemo que proíbe uso de Narguilé em locais públicos por menores de 18
Imagens ilustrativas

Em Sessão Ordinária realizada na manhã desta sexta-feira na Câmara de Vereadores de Colniza, foi aprovado o projeto de Lei Nº 002/2020 que “dispõe sobre a proibição do consumo em locais públicos e venda de cachimbo conhecido como Narguilé aos menores de 18 anos”.

Nesta Sessão ordinária realizada hoje 03/04/2020 a votação foi unânime, todos os parlamentares entenderam a importância deste que visa a saúde dos nossos jovens principalmente. 

Segundo os autores do projeto vereadores Daniel Pereira de Andrade, e Nicodemo Zitkoski o projeto é de suma importância para manter a saúde dos adolescentes, já que o uso desse tipo de produto se transformou em uma 'moda perigosa', pois leva os jovens a se intoxicarem com os elementos químicos expostos no fumo do Narguilé.
De acordo com eles o projeto visa não estimular os jovens ao uso do fumo, que causa mal à saúde, principalmente dos adolescentes. Os especialistas afirmam que uma hora fumando Narguilé equivale ao consumo de 100 cigarros comuns e os estudos revelam ainda que a fumaça, tragada ou não, causa problemas ao corpo humano.


“É importante deixar claro também que mesmo quando a fumaça não é tragada, a mucosa da boca absorve diretamente a nicotina e a quantidade de nicotina é de aproximadamente quatro vezes maior na fumaça do Narguile”, afirma. O cigarro normal é consumido em cinco ou dez minutos, enquanto o Narguile, geralmente utilizado socialmente na roda com os amigos é fumado por até 2h seguidas, intensificando a quantidade de nicotina.


De acordo com o projeto os estabelecimentos que comercializam o produto inclusive o fumo e demais componentes para o seu uso, ficam obrigados a solicitar o documento de identidade que comprove a maior idade do comprador.

O poder executivo deverá designar através de seus órgãos competentes a forma de fiscalização do cumprimento da lei.


Falamos com um dos autores do projeto, o vereador Daniel P. Andrade do (PT) para saber sobre o que o levou a apresentar tal projeto, e o mesmo disse que não vê nenhum beneficio neste prazer, que com certeza levará seus usuários aos corredores dos hospitais desnecessariamente, além de ter recebido vários pedidos de pais e familiares que se mostraram preocupados com esta coisa de espectro ruim que vem se proliferando no município, e por ser pai e avô também exerceu sua função de vereador. 


Com www.colnizamtnoticias.com.br