Vando, a diferença entre ser político e estar político!

Adeus amigo querido “VANDO da COLNIZATUR”

Por Harlis Barbosa 18/12/2017 - 10:38 hs
Foto: Ulysses Barbosa
Vando, a diferença entre ser político e estar político!
Mosaico das ações do Vando

Vando, a diferença entre ser político e estar político!

 

 

Quando o conheci era um homem sem aspirações políticas e se as tivesse não deixava aparecer, era um homem simples de um coração exuberante.

Depois passou a emprestar seu nome à política por certo tempo passou em branco, depois quando foi chamado se agigantou mostrou seu jeito de administrar um jeito que destoava de tudo que já vi em outros, um jeito mais humano, simples, carinhoso, um jeito de irmão que afaga e sacia a saudade do irmão de sangue.

Sabia como ninguém distinguir a proximidade interesseira daquela verdadeira, acreditava na capacidade e competência de todos, acreditava que com seu carisma era capaz de converter corações de pedra em gelatina, o seu próximo passo era sempre dado como se estivesse pisando em ovos para não magoar ninguém.

Aprendi muito com este senhor de chapéu e sotaque sulista, um homem que acreditava que era possível domar este animal chucro e arredio chamado sistema político brasileiro, fui seu assessor, secretário, e amigo orei muitas vezes para que Deus lhe desse a oportunidade de desatar este nó que a perecível política amarrou e teima em se manter nó.

Da sua boca ouvi várias verdades, sempre respeitou minha inteligência e nunca tentou diminuir minha esperança de que Colniza teria dias melhores, me apresentou a pessoas incríveis do seu meio de convivência, Vando meu chefe, meu amigo, ficará eternizado em minha melhor memória.

O mundo acaba de perder um ser humano raro nos dias de hoje, um ser humano afável, querido, fácil de ser amado.

Vando acreditava muito no potencial de Colniza, acreditava que se mantivesse o foco a vontade de ver este lugar prosperar tudo ia se alinhar, dava para ver no seu jeito de falar que no fundo ele sabia que podia com seu esforço reverter este panorama de agora, com certeza ele tinha uma carta na manga.

Adeus homem do chapéu, que gostava de chimarrão, de um grande carisma, de sensibilidade a flor da pele, adeus a aquele que sabia que não cabia, mas queria carregar todos no coração.

Adeus amigo querido “VANDO da COLNIZATUR”